|
Importância Continental
Os países sul-americanos com suas economias, não tem a potência e volume das economias do hemisfério norte, e tampouco a distribuição da estrutura produtiva reserva semelhanças com as economias desenvolvidas. Enquanto que na América setentrional existem muitas regiões e cidades com enorme participação nas economias nacionais, na América meridional algumas poucas regiões e cidades tem tal peso nas economias nacionais a ponto de serem responsáveis por determinante parcela dos PIB's. Pode estar aí a razão para que, na América do Sul, os meios de transporte da produção estejam concentrados em poucas modalidades - basicamente o modal rodoviário - e que pouco investimento tenha sido feito para integrar os vários países em um sistema que, na sua logística, associe a limitação dos custos dos transportes com a conveniência e a agilidade de lidar com o escoamento nos dois lados do continente. Ao longo da costa brasileira, temos vários portos (Sepetiba, Santos, Paranaguá, Itajaí, Rio Grande...) que apresentam deságio em relação ao potencial das economias brasileira e sul-americanas e, ultimamente, até mesmo em relação as atuais necessidades, visto o novo ânimo do comércio internacional brasileiro. A dinâmica do comércio internacional e a luta da América do Sul para inserir-se plenamente no sistema já está exigindo, acima dos poucos núcleos geográficos que concentram elevadíssima importância econômica, a definitiva ligação entre o Atlântico e o Pacífico. São vários os estudos elaborados, especialmente no âmbito do Mercosul, sobre os custos de construção de passagens bi-oceânicas. Na maioria destes estudos considera-se especialmente a ligação entre as regiões centrais do Brasil até os portos com saída para o Pacífico, especialmente chilenos, de Antofagasta, Iquique e Valparaíso. Além de encurtar tremendamente as distâncias e os custos, a necessidade de tal estrutura logística é reforçada nos 40% do mercado mundial que os mercados do Pacífico representam, diante da importância que tem os portos para a economia brasileira: 85% das nossas exportações saem dos portos marítimos.  O Ponto de Fronteira Alfandegado
Por que passar pelo Porto Seco de Dionísio Cerqueira |